Estamos no mercado, eu e meu irmão, na seção de legumes e verduras. Eis que à nossa frente está uma enorme cesta abarrotada da bendita leguminosa roxa de gosto estranho. Sim, havia um zilhão delas, com uma singela plaquinha anunciando “beringela xx R$ o quilo”. Meu irmão perguntou: “Você já comeu isso?”. Eu: “Não me lembro”. “É assim mesmo que se escreve?”. Essa era a pergunta que eu queria evitar. Afinal, sempre tenho uma boa resposta para o guri. Não foi igual desta vez. Disse: “Pelo uso é com ‘j’, pela origem é com ‘g’”. Próxima pergunta dele: “E você escreve como?”. “Eu não escrevo”…
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Ai que saudade da época em que eu escrevia no meu blog, de nossas conversas e discussões linguístico-cotidianas-existenciais…
Beijão, com saudades, no meio do feriado nostálgico em que consegui parar um pouquinho…