A Ju postou no blog dela sobre o pavor do tédio. O texto dela me fez pensar que talvez meu raciocínio tire férias… Por esses dias tenho tido dificuldade para escrever: estou longe das revisões, dos livros e de muita coisa inteligente. E o agravante é que não tenho sentido lá tanta falta. É como se colocasse meu raciocínio em modo de repouso… O tédio é algo realmente necessário! É necessário sentir o tédio para se valorizar o “strougle” de pensar, fazer, transformar as coisas. O não pavor do tédio é que me assusta, Ju. Acho que se meu raciocínio está de férias também preciso mexer nisso. Todas as vezes em que desliguei durante as férias não senti nenhum pouco de culpa. Céus, não abri nenhum livro depois de dezembro! Não abri um livro esse ano ainda! Caros colegas, aguardo sugestão para o caso clínico de raciocínio lento durante as férias… se alguém souber a cura, favor entre em contato.
Jakeline preguiçosa de férias
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“Palma, palma! Não priemos cânico!” Já dizia o filósofo. O tempo há de passar mais rápido pra você e as engrenagens do seu cérebro vão voltar com força total. Mas, por favor, fique léguas de distância de qualquer revisão e quando te pedirem pra que você dê qualquer dica sobre regras gramaticais, corra! e não olhe para trás. Conselho de amiga.
Até,
bjo.
BOooaaassss férias!
Não consigo ficar totalmente sem ler algo, mas estou completamente longe de qualquer atividade intelectual e também preciso confessar que não estou sentindo nenhuma falta.
Bjs!